quinta-feira, 23 de junho de 2011

COMEMORAÇÃO AO MÊS DO ORGULHO LGBT

EVENTOS








Evento realizado pela Fnac do Parkshopping com apoio do Estruturação – Grupo LGBT de Brasília vai celebrar o 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBT. Na quarta-feira 29, haverá debate, desfile e pocket show.

Dentre os palestrantes estarão o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) e a senadora Marta Suplicy (PT-SP). Integrantes do Estruturação vão dar orientações sobre como se defender da homofobia. Também haverá pocket desfile da grife Estilo H.

Anote os dados do evento e não perca! Comemoração do orgulho LGBT na Fnac Brasília, no Park Shopping, na quarta-feira 29, a partir das 19h30. Entrada Franca.

Fonte: Gay1

domingo, 29 de maio de 2011

ÚLTIMA CHAMDA GALERA

Manifestação E- Brasilia a favor do Kit escola sem homofobia

Data: 29/05, domingo
Hora: 16:00
Local: Em frente a catedral

sábado, 28 de maio de 2011

NOVA CHAMADA

Manifestação E- Brasilia a favor do Kit escola sem homofobia

Data: 29/05, domingo
Hora: 16:00
Local: Em frente a catedral

Vamos levantar a voz e lutar por nossos direitos, pelo direito de não morrermos por sermos LGBTs. Levem apitos, cartazes e o que acharem necessário para que possamos chamar atenção.

Os gays e a Bíblia

Coluna: Frei Betto 

É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos.

No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda. Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva. Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje, homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as “pessoas diferenciadas”...).

Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações. Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc).

No 60º aniversário da Decclaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27 países membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela “despenalização universal da homossexualidade”.

A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu Catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.

Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hétero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatário da graça divina.

São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no Brasil. A urgência de uma lei contra a homofobia não se justifica apenas pela violência física sofrida por travestis, transexuais, lésbicas etc. Mais grave é a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a cultura da satanização.

A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que “quem ama conhece a Deus” (observe que João não diz que quem conhece a Deus ama...).

Por que fingir ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre, como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?

Ora, direis ouvir a Bíblia! Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem, como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os “eunucos de nascença” (Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe para verdadeiramente seguir a Jesus.

Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima a escravidão e censurava o empréstimo a juros. Por que excluir casais homoafetivos de direitos civis e religiosos?

Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados. A lei é feita para a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.   

Fonte: uol

quinta-feira, 26 de maio de 2011

MANIFESTAÇÃO E- BRASILIA

Foi com um misto de tristeza, indignção e revolta que recebemos a noticia de que a predidente Dilma, suspendeu a distribuição do Kit Escola sem homofobia. É por mais esse motivo que devemos nos mobilizar e ir as ruas para garantir que a homofobia acabe de uma vez por todas. O E- Brasilia se prepara para domingo, dia 29 de maio para realizar uma manifestão a favor do Kit escola sem homofobia as 16:00 em frente a catedral, é preciso se mexer para termos um país sem preconceitos, sem intolerância, sem morte de LGBTs. O objetivo é esse, nos unirmos a favor do kit e contra o preconceito e contra a intolerância.

Manifestação a favor do Kit Escola sem Homofobia.
Dia: 29/05/2011
Horário: 16:00
Local: Em frente a catedral


ABAIXO HOMOFOBIA, A LUTA É TODO DIA!

MOBILIZAÇÃO JÁ!!!!!

Escola é determinante para o fim da homofobia, diz pesquisador

Segundo Gustavo Venturi, quem mais estudou discrimina menos. Especialistas lamentam suspensão do kit contra homofobia nas escolas

Sozinha, a escola não será capaz de combater o preconceito contra gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis. Mas o ambiente escolar é o local mais promissor para por fim à homofobia. Essa é conclusão de um estudo realizado pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo Stiftung (RLS), em 150 municípios brasileiros em todas as regiões do País. Por isso, Gustavo Venturi, coordenador do estudo, defende que o debate sobre esse tipo de discriminação faça parte das aulas, inclusive na infância.

De acordo com os dados da pesquisa, que será transformada em livro este mês, enquanto metade dos brasileiros que nunca frequentou a escola assume comportamentos homofóbicos, apenas um em cada dez brasileiros que cursaram o ensino superior apresentam o mesmo comportamento (veja gráfico). O estudo realizado entre 2008 e 2009 com 2.014 pessoas também avaliou as diferenças de preconceito entre as regiões, idade da população, renda, religião. Nenhuma das variáveis apresentou diferença tão drástica de comportamento, segundo Venturi.

Mais estudo, menos preconceito
Segundo a pesquisa da Fundação Perseu Abramo, a variável que mais determina o nível de preconceito das pessoas é a escolaridade. Há uma grande diferença de preconceito entre quem nunca foi à escola e quem concluiu o ensino superior (em %).

“Isso mostra como a escola faz diferença no combate à homofobia. Só a escolaridade maior não resolve o preconceito, mas influencia fortemente a formação dessas pessoas”, afirma. Para o pesquisador, além de ser um espaço para convivência com as diferenças, a escola pode promover o debate de forma educadora e transformar a percepção de preconceitos arraigados à população. O estudo revelou que o brasileiro ainda não é tolerante com as orientações sexuais de familiares, de colegas de trabalho ou de vizinhos: um quarto dos entrevistados admitiu ter preconceito e agir de forma homofóbica.

Para o pesquisador, que queria entender a cara da homofobia no País quando começou o estudo, as diferenças de preconceito de acordo com a idade e o sexo também são importantes. As mulheres são mais tolerantes que os homens em todas as idades. Mas o índice de homofobia entre os meninos adolescentes chamou a atenção de Venturi. Entre os rapazes com idade entre 16 e 17 anos, 47% dos entrevistados admitiram preconceito contra gays, lésbicas, travestis. “Esse é mais um sinal da importância da escola. Esse é um momento que o jovem é muito pressionado a fazer definições de identidade”, diz.

Homofobia entre os homens
A pesquisa da Fundação Perseu Abramo constatou que os homens têm mais preconceito contra homossexuais do que as mulheres. Os adolescentes lideram a homofobia (autodeclarada) junto com os idosos (em %)
Homofobia entre as mulheres
O preconceito contra homossexuais entre a população feminina é maior entre as idosas, segundo a pesquisa da Fundação Perseu Abramo (em %)

O estudo mostra que o comportamento homofóbico variou pouco entre as regiões (o maior ficou na região Nordeste, 28% da população, e o menor na Sudeste, 22%), de acordo com a renda (de 31% entre quem ganha até um salário mínimo e 20% entre quem ganha de cinco a dez salários mínimos, entre os mais ricos sobe para 23%) ou com o ambiente onde cresceu (índice de homofobia de 22% entre quem só viveu na cidade e de 38% entre quem cresceu no campo). Entre as religiões, 10% dos kardecistas declararam preconceito (o mais baixo) contra 31% dos evangélicos entrevistados (o mais alto).

Traumas
Gustavo lembra que a pesquisa também entrevistou 413 homossexuais ou bissexuais (com mais de 18 anos e também em todas as regiões brasileiras), e a escola foi apontada por eles como um dos locais onde mais sofreram discriminação. Um terço dos entrevistados já foi discriminado por familiares e 27% sofreram preconceito de colegas da escola. E, para 13% deles, a primeira discriminação ocorrida por causa de orientação sexual ocorreu na escola.

“Mudar a legislação é importante porque você diminui os espaços nos quais você pode declarar seus preconceitos. E, para serem reproduzidos, eles precisam ser ditos. A falta de legislação contra a homofobia gera tolerâncias com esse tipo de comportamento. Mas discutir o tema é muito importante também”, afirma Venturi.
Fonte: Gay1


Em defesa do Kit Anti-Homofobia. Mobilização Já!


O MEC está sendo inundado com e-mails orquestrados pelos conservadores e fundamentalistas religiosos que se posicionam contrariamente ao KIT ANTi-HOMOFOBIA que foi elaborado por aquele Ministério e que está em vias de ser analisado pelo Comitê de Publicação, para que seja disponibilizado para as escolas públicas que o desejarem.

É DE SUMA IMPORTÂNCIA que a gente – nós, LGBT, mas também todas e todos aqueles que lutam por um Brasil verdadeiramente justo e democrático – se manifeste dando apoio a este material que nada mais faz do que propor a cultura de paz e a convivência com as formas de amar e vivenciar a sexualidade que não se encaixam no modelo heterossexual hegemônico.


ENVIEM E-MAILS PARA O ENDEREÇO:   acsgabinete@mec.gov.br   !

No campo do “assunto”, coloquem bem explícito: A FAVOR DO KIT ANTI-HOMOFOBIA ou então A FAVOR DO KIT ESCOLA SEM HOMOFOBIA

Na mensagem, não é preciso se alongar muito, apenas dizer que se trata de uma iniciativa valiosa do MEC que beneficiará a TODAS E TODOS OS ESTUDANTES, pois terá como efeito jovens cidadã/os que saberão respeitar pessoas que tem uma orientação sexual e uma identidade de gênero diferente da sua própria.

Se quiser, fale também que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que as uniões homoafetivas têm o mesmo valor, a mesma dignidade e portanto os mesmos direitos e deveres que as uniões estáveis heterossexuais. E que a Constituição Federal proíbe toda e qualquer forma de discriminação.

POR FAVOR, REPASSEM A TODA A SUA LISTA DE CONTATOS, POSTE NAS REDES SOCIAIS, ESCREVA NO SEU BLOG, COLOQUE BANNERS NO SEU SITE.

Assine também a PETIÇÃO A FAVOR DO KIT >> http://www.peticaopublica.com.br/?pi=kitsim




Fonte: Gay1




Para estudiosos, vídeos do kit contra homofobia mostram menos que novelas

Não há cena de beijo nem de sexo. E os relacionamentos são sempre baseados na amizade e no carinho, nada muito "caliente".

Mesmo assim, com cenas mais leves até do que as de novelas, os vídeos produzidos para fazer parte do "kit anti-homofobia" foram criticados por congressistas evangélicos e católicos e rejeitados por Dilma Rousseff.

O conteúdo do material, que seria usado no combate ao preconceito em escolas de ensino médio, não foi aprovado pela presidente.

Mas, na opinião de Laurindo Leal Filho, professor de comunicação da USP e especialista em teledramaturgia, ele deve ser aplaudido por sua "delicadeza".

"Com grande delicadeza e muito cuidado, os vídeos tratam de um tema difícil, mas de uma forma perfeitamente assimilável pelos jovens." Para Leal Filho, não há incentivo à homossexualidade, como acusam os congressistas religiosos.

Segundo o professor, o material pode dar uma grande contribuição contra a homofobia e tem o mérito de não trazer o tom jocoso ou a falta de contextualização que às vezes estão presentes em novelas e programas humorísticos.

Já Claudino Mayer, pesquisador da USP em teledramaturgia e autor de "Quem Matou... O Romance Policial na Telenovela", considera os vídeos "atrasados" em relação aos folhetins.

Segundo ele, na telenovela, não se diz que a pessoa é gay nem se discute o beijo, são as ações que levam a isso.

"Ninguém precisa dizer: 'Fulano é gay'. O personagem já vem caracterizado. [...] O filme ['Probabilidade'] fala do beijo [gay], mas a telenovela já trouxe", diz ele, lembrando o beijo lésbico exibido no dia 12 na novela "Amor e Revolução", do SBT.

Fonte: Gay1

domingo, 22 de maio de 2011

E- JOVEM MARCOU PRESENÇA NA II MARCHA CONTRA HOMOFOBIA

E- grupos se encontram para apoiar a II MARCHA CONTRA HOMOFOBIA, com muito orgulho digo que fazer parte deste grupo me acrescenta muito como pessoa e o principal, como cidadão. Segue as fotos da galera divertidissima de Piracicaba, Campinas e São Paulo.