quinta-feira, 23 de junho de 2011

COMEMORAÇÃO AO MÊS DO ORGULHO LGBT

EVENTOS








Evento realizado pela Fnac do Parkshopping com apoio do Estruturação – Grupo LGBT de Brasília vai celebrar o 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBT. Na quarta-feira 29, haverá debate, desfile e pocket show.

Dentre os palestrantes estarão o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) e a senadora Marta Suplicy (PT-SP). Integrantes do Estruturação vão dar orientações sobre como se defender da homofobia. Também haverá pocket desfile da grife Estilo H.

Anote os dados do evento e não perca! Comemoração do orgulho LGBT na Fnac Brasília, no Park Shopping, na quarta-feira 29, a partir das 19h30. Entrada Franca.

Fonte: Gay1

domingo, 29 de maio de 2011

ÚLTIMA CHAMDA GALERA

Manifestação E- Brasilia a favor do Kit escola sem homofobia

Data: 29/05, domingo
Hora: 16:00
Local: Em frente a catedral

sábado, 28 de maio de 2011

NOVA CHAMADA

Manifestação E- Brasilia a favor do Kit escola sem homofobia

Data: 29/05, domingo
Hora: 16:00
Local: Em frente a catedral

Vamos levantar a voz e lutar por nossos direitos, pelo direito de não morrermos por sermos LGBTs. Levem apitos, cartazes e o que acharem necessário para que possamos chamar atenção.

Os gays e a Bíblia

Coluna: Frei Betto 

É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos.

No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda. Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva. Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje, homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as “pessoas diferenciadas”...).

Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações. Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc).

No 60º aniversário da Decclaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27 países membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela “despenalização universal da homossexualidade”.

A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu Catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.

Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hétero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatário da graça divina.

São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no Brasil. A urgência de uma lei contra a homofobia não se justifica apenas pela violência física sofrida por travestis, transexuais, lésbicas etc. Mais grave é a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a cultura da satanização.

A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que “quem ama conhece a Deus” (observe que João não diz que quem conhece a Deus ama...).

Por que fingir ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre, como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?

Ora, direis ouvir a Bíblia! Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem, como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os “eunucos de nascença” (Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe para verdadeiramente seguir a Jesus.

Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima a escravidão e censurava o empréstimo a juros. Por que excluir casais homoafetivos de direitos civis e religiosos?

Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados. A lei é feita para a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.   

Fonte: uol

quinta-feira, 26 de maio de 2011

MANIFESTAÇÃO E- BRASILIA

Foi com um misto de tristeza, indignção e revolta que recebemos a noticia de que a predidente Dilma, suspendeu a distribuição do Kit Escola sem homofobia. É por mais esse motivo que devemos nos mobilizar e ir as ruas para garantir que a homofobia acabe de uma vez por todas. O E- Brasilia se prepara para domingo, dia 29 de maio para realizar uma manifestão a favor do Kit escola sem homofobia as 16:00 em frente a catedral, é preciso se mexer para termos um país sem preconceitos, sem intolerância, sem morte de LGBTs. O objetivo é esse, nos unirmos a favor do kit e contra o preconceito e contra a intolerância.

Manifestação a favor do Kit Escola sem Homofobia.
Dia: 29/05/2011
Horário: 16:00
Local: Em frente a catedral


ABAIXO HOMOFOBIA, A LUTA É TODO DIA!

MOBILIZAÇÃO JÁ!!!!!

Escola é determinante para o fim da homofobia, diz pesquisador

Segundo Gustavo Venturi, quem mais estudou discrimina menos. Especialistas lamentam suspensão do kit contra homofobia nas escolas

Sozinha, a escola não será capaz de combater o preconceito contra gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis. Mas o ambiente escolar é o local mais promissor para por fim à homofobia. Essa é conclusão de um estudo realizado pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo Stiftung (RLS), em 150 municípios brasileiros em todas as regiões do País. Por isso, Gustavo Venturi, coordenador do estudo, defende que o debate sobre esse tipo de discriminação faça parte das aulas, inclusive na infância.

De acordo com os dados da pesquisa, que será transformada em livro este mês, enquanto metade dos brasileiros que nunca frequentou a escola assume comportamentos homofóbicos, apenas um em cada dez brasileiros que cursaram o ensino superior apresentam o mesmo comportamento (veja gráfico). O estudo realizado entre 2008 e 2009 com 2.014 pessoas também avaliou as diferenças de preconceito entre as regiões, idade da população, renda, religião. Nenhuma das variáveis apresentou diferença tão drástica de comportamento, segundo Venturi.

Mais estudo, menos preconceito
Segundo a pesquisa da Fundação Perseu Abramo, a variável que mais determina o nível de preconceito das pessoas é a escolaridade. Há uma grande diferença de preconceito entre quem nunca foi à escola e quem concluiu o ensino superior (em %).

“Isso mostra como a escola faz diferença no combate à homofobia. Só a escolaridade maior não resolve o preconceito, mas influencia fortemente a formação dessas pessoas”, afirma. Para o pesquisador, além de ser um espaço para convivência com as diferenças, a escola pode promover o debate de forma educadora e transformar a percepção de preconceitos arraigados à população. O estudo revelou que o brasileiro ainda não é tolerante com as orientações sexuais de familiares, de colegas de trabalho ou de vizinhos: um quarto dos entrevistados admitiu ter preconceito e agir de forma homofóbica.

Para o pesquisador, que queria entender a cara da homofobia no País quando começou o estudo, as diferenças de preconceito de acordo com a idade e o sexo também são importantes. As mulheres são mais tolerantes que os homens em todas as idades. Mas o índice de homofobia entre os meninos adolescentes chamou a atenção de Venturi. Entre os rapazes com idade entre 16 e 17 anos, 47% dos entrevistados admitiram preconceito contra gays, lésbicas, travestis. “Esse é mais um sinal da importância da escola. Esse é um momento que o jovem é muito pressionado a fazer definições de identidade”, diz.

Homofobia entre os homens
A pesquisa da Fundação Perseu Abramo constatou que os homens têm mais preconceito contra homossexuais do que as mulheres. Os adolescentes lideram a homofobia (autodeclarada) junto com os idosos (em %)
Homofobia entre as mulheres
O preconceito contra homossexuais entre a população feminina é maior entre as idosas, segundo a pesquisa da Fundação Perseu Abramo (em %)

O estudo mostra que o comportamento homofóbico variou pouco entre as regiões (o maior ficou na região Nordeste, 28% da população, e o menor na Sudeste, 22%), de acordo com a renda (de 31% entre quem ganha até um salário mínimo e 20% entre quem ganha de cinco a dez salários mínimos, entre os mais ricos sobe para 23%) ou com o ambiente onde cresceu (índice de homofobia de 22% entre quem só viveu na cidade e de 38% entre quem cresceu no campo). Entre as religiões, 10% dos kardecistas declararam preconceito (o mais baixo) contra 31% dos evangélicos entrevistados (o mais alto).

Traumas
Gustavo lembra que a pesquisa também entrevistou 413 homossexuais ou bissexuais (com mais de 18 anos e também em todas as regiões brasileiras), e a escola foi apontada por eles como um dos locais onde mais sofreram discriminação. Um terço dos entrevistados já foi discriminado por familiares e 27% sofreram preconceito de colegas da escola. E, para 13% deles, a primeira discriminação ocorrida por causa de orientação sexual ocorreu na escola.

“Mudar a legislação é importante porque você diminui os espaços nos quais você pode declarar seus preconceitos. E, para serem reproduzidos, eles precisam ser ditos. A falta de legislação contra a homofobia gera tolerâncias com esse tipo de comportamento. Mas discutir o tema é muito importante também”, afirma Venturi.
Fonte: Gay1


Em defesa do Kit Anti-Homofobia. Mobilização Já!


O MEC está sendo inundado com e-mails orquestrados pelos conservadores e fundamentalistas religiosos que se posicionam contrariamente ao KIT ANTi-HOMOFOBIA que foi elaborado por aquele Ministério e que está em vias de ser analisado pelo Comitê de Publicação, para que seja disponibilizado para as escolas públicas que o desejarem.

É DE SUMA IMPORTÂNCIA que a gente – nós, LGBT, mas também todas e todos aqueles que lutam por um Brasil verdadeiramente justo e democrático – se manifeste dando apoio a este material que nada mais faz do que propor a cultura de paz e a convivência com as formas de amar e vivenciar a sexualidade que não se encaixam no modelo heterossexual hegemônico.


ENVIEM E-MAILS PARA O ENDEREÇO:   acsgabinete@mec.gov.br   !

No campo do “assunto”, coloquem bem explícito: A FAVOR DO KIT ANTI-HOMOFOBIA ou então A FAVOR DO KIT ESCOLA SEM HOMOFOBIA

Na mensagem, não é preciso se alongar muito, apenas dizer que se trata de uma iniciativa valiosa do MEC que beneficiará a TODAS E TODOS OS ESTUDANTES, pois terá como efeito jovens cidadã/os que saberão respeitar pessoas que tem uma orientação sexual e uma identidade de gênero diferente da sua própria.

Se quiser, fale também que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que as uniões homoafetivas têm o mesmo valor, a mesma dignidade e portanto os mesmos direitos e deveres que as uniões estáveis heterossexuais. E que a Constituição Federal proíbe toda e qualquer forma de discriminação.

POR FAVOR, REPASSEM A TODA A SUA LISTA DE CONTATOS, POSTE NAS REDES SOCIAIS, ESCREVA NO SEU BLOG, COLOQUE BANNERS NO SEU SITE.

Assine também a PETIÇÃO A FAVOR DO KIT >> http://www.peticaopublica.com.br/?pi=kitsim




Fonte: Gay1




Para estudiosos, vídeos do kit contra homofobia mostram menos que novelas

Não há cena de beijo nem de sexo. E os relacionamentos são sempre baseados na amizade e no carinho, nada muito "caliente".

Mesmo assim, com cenas mais leves até do que as de novelas, os vídeos produzidos para fazer parte do "kit anti-homofobia" foram criticados por congressistas evangélicos e católicos e rejeitados por Dilma Rousseff.

O conteúdo do material, que seria usado no combate ao preconceito em escolas de ensino médio, não foi aprovado pela presidente.

Mas, na opinião de Laurindo Leal Filho, professor de comunicação da USP e especialista em teledramaturgia, ele deve ser aplaudido por sua "delicadeza".

"Com grande delicadeza e muito cuidado, os vídeos tratam de um tema difícil, mas de uma forma perfeitamente assimilável pelos jovens." Para Leal Filho, não há incentivo à homossexualidade, como acusam os congressistas religiosos.

Segundo o professor, o material pode dar uma grande contribuição contra a homofobia e tem o mérito de não trazer o tom jocoso ou a falta de contextualização que às vezes estão presentes em novelas e programas humorísticos.

Já Claudino Mayer, pesquisador da USP em teledramaturgia e autor de "Quem Matou... O Romance Policial na Telenovela", considera os vídeos "atrasados" em relação aos folhetins.

Segundo ele, na telenovela, não se diz que a pessoa é gay nem se discute o beijo, são as ações que levam a isso.

"Ninguém precisa dizer: 'Fulano é gay'. O personagem já vem caracterizado. [...] O filme ['Probabilidade'] fala do beijo [gay], mas a telenovela já trouxe", diz ele, lembrando o beijo lésbico exibido no dia 12 na novela "Amor e Revolução", do SBT.

Fonte: Gay1

domingo, 22 de maio de 2011

E- JOVEM MARCOU PRESENÇA NA II MARCHA CONTRA HOMOFOBIA

E- grupos se encontram para apoiar a II MARCHA CONTRA HOMOFOBIA, com muito orgulho digo que fazer parte deste grupo me acrescenta muito como pessoa e o principal, como cidadão. Segue as fotos da galera divertidissima de Piracicaba, Campinas e São Paulo.






















Marcha reúne 5 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional

Orgulho
Contra homofobia

Aproximadamente 5 mil pessoas se reuniram na Esplanada dos Ministérios, na manhã desta quarta-feira (18), na II Marcha Nacional contra a Homofobia. Ativistas de vários estados brasileiros estiveram presentes com suas caravanas, além de autoridades políticas e líderes da militância LGBT.
Durante a caminhada, pedidos de fim a homofobia e a aprovação imediata do projeto de lei que proíbe a discriminação de homossexuais, além da aprovação da PEC do casamento gay.
No trio elétrico, o coordenador da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), abriu oficialmente a marcha. Durante todo o trajeto até a chegada ao congresso nacional, representantes da militância e parlamentares discursaram aos ativistas.
Mães de GLBT abriam a marcha com faixas e manifestos contra o bullying homofóbico nas escolas. O Presidente da ABGLT, Tony Reis, disse que além de comemorar a decisão do STF, a marcha é por um bem ainda maior. “Além de termos o direito de nos casar, queremos proteção. Precisamos que seja aprovada a criminalização da homofobia para que os assassinatos à LGBT parem de acontecer”, afirmou.
A Senadora Marta Suplicy, foi ovacionada ao subir no trio, portando um guarda-sol com as cores do arco-íris. Marta aproveitou a oportunidade para motivar a luta pelos direitos dos LGBT. “A luta está começando a ter bons resultados, mas ainda há muito a ser feito. Nós queremos um país democrático que aceite e respeite todo e qualquer brasileiro”. Marta encerrou sua participação dizendo: “Eu amo os gays”.
Geyse Arruda, que foi discriminada por vestir um micro vestido rosa, também esteve presente no movimento. “Eu estou aqui contra o preconceito e discriminação de qualquer tipo. Abraço essa causa nobre e me sinto honrada em poder participar dessa movimentação tão linda”, afirmou. Na ocasião, Geyse usava o mesmo tal vestido rosa que foi chacoteado na universidade.
O deputado do PSOL-SP, Ivan Valente, parabenizou a classe pela vitória no STF e afirmou apoiar a causa, de todas as formas que puder. Já a Deputada Federal Manuela D’Ávila se emocionou ao ver os jardins do congresso repleto de “cores”. “Obrigado por trazerem essa maravilha colorida para a frente desta casa tão importante. Agora é a hora de todos serem felizes e de transformar a homofobia em crime”, afirmou Manuela.
Segundo Evaldo Amorim, presidente do grupo Elos LGBT, e coordenador da marcha, só no último ano 260 homossexuais foram assassinados no país. “Queremos chamar a atenção do Estado e da sociedade para que esse tipo de violência não volte a acontecer. Queremos cidadania plena aos homossexuais”, contou.
A marcha encerrou com um grande abraço no STF, em agradecimento à aprovação da união estável homo afetiva.

ONG incentiva ação arco-íris em orçamento participativo do GDF


Quer mostrar ao Governo do Distrito Federal (GDF) que são necessárias ações pró-LGBT na educação, saúde, trabalho, cultura etc? Então, participe da iniciativa puxada pelo Estruturação – Grupo LGBT de Brasília de envio de propostas “arco-íris” ao orçamento participativo da capital federal.
As opiniões serão levadas em conta pelo governo para destinar recursos financeiros em todas as secretarias. Para participar é simples. Basta entrar na página especial do GDF de envio de propostas, fornecer alguns dados e fazer sugestões.
O presidente do Estruturação, Júlio Cardia, afirma que a participação é fundamental. “Teremos ações contra bullying? Campanhas na TV contra homofobia? Vamos fazer nossa parte como cidadãos e cidadãs mostrando que deve haver dinheiro para essas e outras ações pró-LGBT.”
O que sugerir? Cardia diz que todas as propostas a favor da cidadania LGBT são bem-vindas. “Não importa qual a área. Desde um monumento à cidadania LGBT, algo comum em várias capitais européias, a ações de cunho social que incluam famílias homo de baixa renda. E tudo com a certeza: o imposto que nós LGBT pagamos deve sim arcar com ações a favor da igualdade entre nós e os héteros.”
A entidade pede que os participantes a deixem ciente das propostas enviadas. Para isto, basta mandar uma cópia da sugestão dada ao GDF para o e-mail da ONG: estruturacao@estruturacao.org.br. A idéia é facilitar o monitoramento do que foi incluso no orçamento final do governo e cobrar execução. Envie sua proposta ao GDF aqui.

Fonte: Parou Tudo

domingo, 15 de maio de 2011

É AMANHÃ, HORA DE NOS UNIRMOS

 
 
Programação:

Segunda, dia 16/05, no Anfiteatro 09 (ICC - Instituto Central de Ciências, UnB, campus da Asa Norte):
  • 09:00 - Mesa de abertura
  • 10:30 - Roda de debate I: O PNE, o Projeto Escola sem Homofobia e os desafios LGBTs na educação.
    • Taísa Ferreira - Beco das Cores
    • Denilson Junior - UNE
    • Wanderson  Flores - Núcleo de estudos sobre diversidade sexual e gênero/Afroatitude
    • Gustavo Bernardes - CGLGBT/SDH/Presidência da República
    • Representante do MEC
    • Coordenação: Daniela Santa Brígida - CFL (PA)
  • 14:00 - Roda de debate II: Ações afirmativas e diversidade sexual: Desafios e possibilidades de uma Universidade sem Racismo e Homofobia
    • Anhamona Silva de Britto - SEPPIR/Presidência da República
    • Ricardo Santana - Coletivo Kiu! (MG)
    • Nilton Luz - Rede de negras e negros LGBT
    • Luciano Freitas - Leões do Norte (PE)
    • Mediação: Dediane Souza - GRAB (CE)
Ainda segunda, dia 16/05, Auditório Dois Candangos (Faculdade de Educação, UnB, campus da Asa Norte)
  • 18:00 - Roda de debate III: Educação sem homofobia - a luta dos movimentos pela diversidade sexual e LGBT na construção de uma nova Universidade.
    • Dário Neto - PRISMA/USP (SP)
    • Belidson Dias - Instituto de Artes/UnB
    • Valdenízia Peixoto - Dep. de Serviço Social/UnB
    • Wesley Francisco - Fórum Baiano LGBT
    • Rafaelly Wiest - Dignidade/ANTRA
    • Ridina Motta - UNE
    • Mediação: Devs Oliveira - Diretoria de Artes, Esportes e Cultura/UnB
 
Programação:

Segunda, dia 16/05, no Anfiteatro 09 (ICC - Instituto Central de Ciências, UnB, campus da Asa Norte):
  • 09:00 - Mesa de abertura
  • 10:30 - Roda de debate I: O PNE, o Projeto Escola sem Homofobia e os desafios LGBTs na educação.
    • Taísa Ferreira - Beco das Cores
    • Denilson Junior - UNE
    • Wanderson  Flores - Núcleo de estudos sobre diversidade sexual e gênero/Afroatitude
    • Gustavo Bernardes - CGLGBT/SDH/Presidência da República
    • Representante do MEC
    • Coordenação: Daniela Santa Brígida - CFL (PA)
  • 14:00 - Roda de debate II: Ações afirmativas e diversidade sexual: Desafios e possibilidades de uma Universidade sem Racismo e Homofobia
    • Anhamona Silva de Britto - SEPPIR/Presidência da República
    • Ricardo Santana - Coletivo Kiu! (MG)
    • Nilton Luz - Rede de negras e negros LGBT
    • Luciano Freitas - Leões do Norte (PE)
    • Mediação: Dediane Souza - GRAB (CE)
Ainda segunda, dia 16/05, Auditório Dois Candangos (Faculdade de Educação, UnB, campus da Asa Norte)
  • 18:00 - Roda de debate III: Educação sem homofobia - a luta dos movimentos pela diversidade sexual e LGBT na construção de uma nova Universidade.
    • Dário Neto - PRISMA/USP (SP)
    • Belidson Dias - Instituto de Artes/UnB
    • Valdenízia Peixoto - Dep. de Serviço Social/UnB
    • Wesley Francisco - Fórum Baiano LGBT
    • Rafaelly Wiest - Dignidade/ANTRA
    • Ridina Motta - UNE
    • Mediação: Devs Oliveira - Diretoria de Artes, Esportes e Cultura/UnB
    • Terça, dia 17/05, Ceubinho (Entrada norte do ICC, UnB, campus da Asa Norte)
      • 19:00 - Beijaço e ato preparatório para a marcha LGBT, com as presenças de:
        • Dep. Érika Kokay (PT/DF)
        • Dep. Jean Wyllys (PSOL/BA)
        • Dep. Manuela D'Avila (PCdoB/RS)
        • Sen. Marinor Brito (PSOL/PA)
      • 22:00 - Happy hour "Diversidade 10x00 contra a Homofobia"
      Quarta, dia 18/05:
      • 09:00 - Concentração da Marcha Nacional pela Cidadania LGBT, na Catedral Metropolitana de Brasília (Eixo Monumental)
      • 17:00 - Entrega do documento de reinvindicações e propostas da comunidade LGBT da UnB ao reitor (local do evento ainda não divulgado)

      Organização: DCE/UnB; Brasil & Desenvolvimento; Rede de negras e negros LGBT; ABGLT.
      Apoio: Secretaria de ações afirmativas/Secretaria de políticas de promoção da igualdade racial (SEPPIR/PR); UnB.

ÚLTIMA CHAMADA VAMOS TODOS NOS ENCONTRAR LÁ

Seminário LGBT discute o casamento civil homoafetivo

O casamento civil entre pessoas do mesmo sexo será discutido na Câmara, durante o 8º Seminário LGBT, na próxima terça-feira, 17 (Dia Mundial e Nacional Contra a Homofobia). O slogan do seminário é: "Quem ama tem o direito de casar – Pela aprovação da PEC do Casamento Civil entre Homossexuais”. A proposta de emenda à Constituição foi elaborada pelo deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), que está coletando assinaturas para apresentá-la. São necessárias 171 assinaturas.

Organizado pela Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT do Congresso Nacional e pelas comissões de Legislação Participativa; de Educação e Cultura; e de Direitos Humanos e Minorias, o seminário conta com o apoio da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e é aberto ao público.

Com a participação dos artistas Preta Gil, Leonardo Miggiorin e Wanessa Camargo, que abrirá o evento cantando o Hino Nacional, além de representantes do governo e da sociedade civil, o seminário também debaterá políticas públicas LGBT e a imagem dos LGBT na sociedade.

Também foram convidados a deputada socialista portuguesa Ana Catarina Mendonça Mendes; e autor do livro “Matrimonio Igualitário” e membro da Federação Argentina de LGBTs Bruno Bimbi.

No último dia 5, o Supremo Tribunal Federal, por decisão unânime, votou a favor do reconhecimento da relação homoafetiva como “entidade familiar”, concedendo aos gays lésbicas, travestis e transexuais os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais.

sábado, 14 de maio de 2011

ESTÁ CHEGANDO NOSSA VEZ

Centenas de pessoas participaram, neste sábado, em Havana, capital cubana, da manifestação pelo Dia Internacional de Combate à Homofobia e para pedir ao presidente americano, Barack Obama, que liberte cinco cubanos condenados por espionagem nos EUA


LA HABANA, 14 Mai 2011 (AFP) -Travestis e homossexuais portando fotos do líder Fidel Castro protestaram ao ritmo de tambores neste sábado, no centro de Havana, para exigir do presidente americano, Barack Obama, a libertação de cinco cubanos condenados por espionagem nos Estados Unidos.

Ao ritmo da clássica "conga" cubana e liderados pela sexóloga Mariela Castro - filha do presidente Raúl Castro - 400 participantes encerraram com o protesto a quarta jornada cubana pelo Dia Internacional Contra a Homofobia.

Com bandeiras cubanas e a tradicional bandeira multicolor da diversidade sexual, a conga percorreu um trecho do "Malecón" (rua costeira de Havana) e seguiu até o "Pabellón Cuba" (Pavilhão Cuba).

"Liberdade, liberdade!" cantavam em coro, fazendo referência aos presos cubanos Fernando González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, René González e Gerardo Hernández, detidos há 12 anos nos Estados Unidos.

Segundo o governo cubano, os presos seriam na verdade antiterroristas, que vigiavam grupos anticastristas de Miami.

Fonte: Uol noticias.

VAMOS PARTICIPAR DE TUDO E-BRASILIA EM TODOS OS EVENTOS


HORA DE IR PRA RUA


CÂMARA DOS DEPUTADOS
FRENTE PARLAMENTAR MISTA PELA CIDADANIA LGBT
COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA
COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS
COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA

Convidam para

VIII SEMINÁRIO LGBT NO CONGRESSO NACIONAL
PELA APROVAÇÃO DA PEC DO CASAMENTO CIVIL ENTRE HOMOSSEXUAIS

DATA: 17 DE MAIO DE 2011
HORA: 09 ÀS 18 HORAS
LOCAL: CÂMARA DOS DEPUTADOS – ANEXO II – AUDITÓRIO NEREU RAMOS

Informações:
(61) 3216-6696

VIII SEMINÁRIO LGBT NO CONGRESSO NACIONAL
"Quem ama tem o direito de casar –
Pela aprovação da PEC do Casamento Civil entre Homossexuais"

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR (Convidados sujeitos a confirmação)


Data: 17/05/2011
Hora: 09 horas
Local: Auditório Nereu Ramos – Câmara dos Deputados




09:00 horasInscrições e credenciamento

09:30 horas – Abertura
Deputado Marco Maia - Presidente da Câmara dos Deputados
Senador José Sarney - Presidente do Senado Federal
Ministros do STF


Deputado Paulo Pimenta – Membro da  Comissão de Legislação Participativa
Deputada Manuela d’Avila - Presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Minorias
Deputada Fátima Bezerra - Presidenta da Comissão de Educação e Cultura
Deputado Jean Wyllys - Coordenador da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT na Câmara dos Deputados
Senadora Marta Suplicy - Coordenadora da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT no Senado Federal
Toni Reis Presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT

Hino Nacional – Intérprete: Wanessa Camargo

10:30 horas – Mesa 1 – Direitos Civis LGBT: Quem ama tem direito de casar.
Coordenador: Deputado Jean Wyllys
Preta Gil – cantora e apresentadora de TV
Humberto Verona – Presidente do Conselho Federal de Psicologia - CFP
Ophir Cavalcante Júnior – Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil - CFOAB
Dra. Maria Berenice Dias – Instituto Brasileiro de Direito de Família - IBDFAM
Ana Catarina Mendonça Mendes - Deputada socialista portuguesa
Reverendo Márcio Retamero – Igreja da Comunidade Metropolitana (Comunidade Betel) RJ

12:30 – Intervalo

14:00 horas – Mesa 2 – Políticas Públicas LGBT
Coordenadora: Senadora Martha Suplicy
Pedro Chequer - UNAIDS
Vincent Defourny - UNESCO
Claudio Nascimento - Superintendente LGBT do governo do Rio de Janeiro
Fernando Haddad - Ministro da Educação - MEC
Alexandre Padilha – Ministro da Saúde - MS
Maria do Rosário Nunes – Ministra da Secretaria de Direitos Humanos - SEDH
Jovanna Baby – Presidente da Articulação Nacional das Travestis - ANTRA
Marinalva de Santana Ribeiro – Liga Brasileira de Lésbicas - LBL
Fábio Novo – Deputado Estadual do Piauí

16:30 horas – Mesa 3 – LGBT na Sociedade Civil – Cidadania LGBT
Coordenador: Deputado Paulo Pimenta
Leonardo Miggiorin – Ator
Bruno Bimbi – Escritor e Membro da Federação Argentina de LGBT
Ségio Viula - Escritor
Andre Fisher - Jornalista e diretor-executivo da revista Junior e criador do Mix Brasil
Jose Carlos Silva - Jornalista e criador da Revista S, do Rio de Janeiro
Sérgio Camargo – Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual – Prefeitura do RJ/RJ
Leandro Collin – Associação Brasileira de Estudos Homocultura - ABEH
Angelica Ivo - Mãe de Alexandre Ivo, adolescente assassinado em São Gonçalo, RJ


Promoção:                                                                                                          
Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT
Comissão de Legislação Participativa
Comissão de Educação e Cultura
Comissão de Direitos Humanos e Minorias
Apoio:
Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT






Câmara do DF lança Frente Parlamentar Suprapartidária Pela Cidadania e Direitos LGBT

Por iniciativa da deputada distrital Rejane Pitanga (PT), a Câmara Legislativa do DF realizou na última sexta (06), uma sessão solene em comemoração ao Dia Mundial de Combate a Homofobia.

Segundo dados do Grupo Gay da Bahia – GGB, no Brasil a cada dois dias, uma pessoa é assassinada por ser lésbica, gay, bissexual, travesti ou transexual; centenas de adolescentes e jovens LGBT são expulsos diariamente de suas casas; milhares de LGBT são demitidos ou perseguidos no trabalho por discriminação sexual; travestis, transexuais, Gays e Lésbicas são forçadas/os a abandonar as escolas por falta de uma política de respeito à diversidade sexual.

Diante do quadro, foi realizado uma sessão solene para celebrar o Dia Mundial e Nacional de Combate a Homofobia, visa contribuir para dar visibilidade ao problema enfrentado por lésbicas, gays, travestis e transexuais, além de buscar a discussão e reflexão sobre a necessidade de garantir de fato o respeito à dignidade humana, combatendo o preconceito e a discriminação por conta da orientação sexual e identidade de gênero.

Na oportunidade foi lançada na Câmara Legislativa a Frente Parlamentar Suprapartidária Pela Cidadania e Direitos LGBT.
Robsom Cândido
A criação da Frente se estabelece como mobilização de natureza política não ideológica, com atuação na Câmara Legislativa do Distrito Federal e tem como objetivo reunir todos os parlamentares comprometidos com os direitos humanos, com o combate à discriminação e preconceito de todos os tipos. E que, independente de suas crenças religiosas, reafirmam o caráter laico e republicano do Estado brasileiro.

Robsom Cândido da Secretaria de Justiça do DF, aproveitou o momento e afirmou que a secretaria já tem o projeto da criação do Conselho LGBT e que só esta aguardando a aprovação do GDF.

A deputada Rejane Pitanga afirma que, a Frente tem como missão apoiar e articular a apresentação e aprovação de proposições legislativas de interesse da comunidade LGBT, assim como o encaminhamento do debate com as entidades e movimentos representativos dos LGBT, entidades de defesa dos direitos humanos, movimento social e gestores públicos, para elaboração do Plano Distrital de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT.

Evangélicos barram votação de projeto contra homofobia

Por Andrea Jubé Vianna e Eduardo Bresciani | Agência Estado – qui, 12 de mai de 2011

A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia. Ele seria votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Em uma sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.
Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. "Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos", disse o senador Magno Malta (PR-ES).
O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17, que vão movimentar a Esplanada em Brasília.
Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões entre pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais. "O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista. "Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.
A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial. O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias, como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.
O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregar contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos. Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.
Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência. "O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.
Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas. Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade. Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso". Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão.